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Governismo disfarçado
Resposta às afirmações da entrevista concedida por Ricardo Gebrim, da Consulta Popular, sobre a conjuntura política – Plínio de Arruda Sampaio



CONCLAT: no caminho da construção de uma nova central
  
Se é verdade que devemos ir além da experiência da CUT, não podemos cair no equívoco de pensar a nova central como um novo super-aparato, sufocando a autonomia dos movimentos sociais.



A importância da Frente de Esquerda em 2010: um "chamado" às(aos) camaradas do PCB e do PSTU
A importância da apresentação de uma candidatura unitária da esquerda socialista, que se esforce por desmascarar a falsa polarização entre as duas candidaturas do grande capital é tão grande ou maior que em 2006 - Marcelo Badaró Mattos



"Levante!": um instrumento para a luta!
 http://jornal-levante.blogspot.com 
Chegou "Levante!". Um jornal de esquerda para os lutadores de base.



Frente única para despoluir a esquerda
A esquerda socialista brasileira está vivendo em um ambiente hostil. Envenenado pela confusão promovida pelo governo Lula, mas também por nossas próprias fraquezas. A resposta para situações como essas costuma ser a tática da frente única. Mas, há quem defenda esse tipo de tática apenas para poluir ainda mais nosso meio - Sérgio Domingues.



“Nem o otimismo da vontade, nem o pessimismo da razão”
Esta contribuição não pretende fazer qualquer análise exaustiva da conjuntura, mas é um documento sintético que tem como objetivo pontuar os aspectos que nos parecem essenciais do atual momento, e delinear a tática que pensamos ser a mais adequada.Fazemos a ressalva de que este documento expressa a posição dos seus signatários - Paulo Trindade, Rui Polly e Sérgio Domingues.



Algumas notas sobre a orientação sobre o Brasil
O texto de Charles-André Udry - cujo título original era "Brasil: Notas sobre uma certa esquerda radical" - constitui uma contribuição muito importante ao debate sobre os rumos da esquerda no país.



O velho sectarismo e o novo partido
Nos últimos dias, tem circulado um texto assinado por Eduardo Almeida, dirigente do PSTU, intitulado “Um novo partido velho”. Do início ao fim, o objetivo de Almeida não é a busca do diálogo, nem sequer a reiteração da unidade da esquerda, como vem insistindo o PSTU. Almeida não procura lançar novas pontes de interlocução, mas ao contrário, parece querer destruir as que restam. O texto é, na verdade, uma peça de acusação. E o seu título já expressa um veredicto. Almeida faz o papel do promotor que tem por missão convencer os jurados, não importa como, de que o réu deve ser condenado. Vejamos como ele se sai.



Para onde vai o PT ?
  
O PT finalmente chegou ao governo federal. A vitória de Lula marca um momento extremamente importante, decisivo até, na história da esquerda brasileira e do movimento social, numa conjuntura que acumula forças e debilidades da luta de massas. E indica, também, um momento em que confundem-se papéis, embaralham-se posicionamentos e opiniões e atualizam-se perguntas. Para onde vai o PT? Qual é o seu projeto histórico e o papel que a conquista do governo federal joga nele?



Reagrupar a esquerda anticapitalista para fundar uma nova agenda
 Fórum Social Mundial - 2003 
A transformação do PT de proposta anticapitalista de massas em partido da ordem consumou-se definitivamente, após um processo longo e gradual de integração do coletivo partidário às instituições do Estado burguês. Nesse quadro de crise política, milhares de militantes, correntes e agrupamentos se desvinculam do PT. Surge o debate sobre a construção de um novo partido. Sem dúvida, uma discussão fundamental.



Réquiem ao PT
Estar fora do PT é condição necessária para começarmos, em franco debate com todas as forças comprometidas com a mudança social, a árdua tarefa de reorganizar a esquerda brasileira - Plinio de Arruda Sampaio Jr.



O PSOL e o reagrupamento da esquerda hoje
O perfil político que devemos construir deve fazer justiça à condição de novo partido, avesso ao dogmatismo, doutrinarismo e ao sectarismo. Um partido que seja ao mesmo tempo continuidade do patrimônio histórico da esquerda revolucionária e uma ruptura com o oportunismo e com os vícios e erros que todos nós trazemos em nossa bagagem política. Por isso é urgente que o debate comece a aflorar. Será um trabalho longo e árduo, mas valerá a pena - R. Polly.



Três pontos sobre o reagrupamento da esquerda
1. O que significa reagrupar a esquerda hoje? 2. O reagrupamento da esquerda deve se dar na luta 3. Novo partido


 
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